sábado, 5 de janeiro de 2013

 O túmulo da menina sem nome.


Dia de Finados no Cemitério de Santo Amaro, localizado na área central do Recife, sempre remete a uma das lendas urbanas mais famosas do Recife. É dia de prestar homenagem à menina sem nome, como é conhecida a garota enterrada como indigente em 22 de junho de 1970. Devotos atribuem à criança o poder de realizar milagres e por isso depositam todo tipo de súplicas sobre o túmulo.

Uma mãe que sofre por ver o filho envolvido com drogas, pede à menina sem nome, considerada uma santa católica popular (aquela que não é reconhecida pela Igreja), que tire o rapaz desse caminho. E que ele volte a ser calmo como era antes. “Tire esse sofrimento de mim”, apela.

Outro bilhete colocado no túmulo solicita da menina sem nome ajuda para resolver um caso de traição. “Eu peço a você que afaste meu marido daquela mulher. Se eu alcançar, eu trago um presente”, promete a  devota.

Num pedacinho rasgado de papel, uma mulher apela à garota que interceda junta a Jesus Cristo e a Deus, para um parente largar o vício da cachaça e uma parente deixar de gostar do namorado. De quebra, quer ajuda para pagar as dívidas financeiras que se acumulam a cada dia.

A menina tratada como santa milagrosa pelos pernambucanos foi encontrada morta na Praia do Pina, Zona Sul do Recife. Aparentava dez anos de idade e indícios de violência sexual. A família nunca procurou o corpo da criança, que acabou sendo enterrado como indigente em Santo Amaro.

Mesmo sem ter parentes para cuidar do túmulo, o lugar onde está sepultada está sempre limpo, decorado com flores, ex-votos, jarros, velas e brinquedos. De acordo com funcionários do cemitério, o jazigo é mantido pelo povo.

Uma placa informa aos visitantes a breve história da garota: “Menina-sem-Nome. Sofreste na terra, mas por prêmio ganhaste o céu.”


O belo rapaz da photo
O cemitério de stº Amaro era um verdadeiro playground , este local, era como se fosse um parque de diversão, brincava-mos de tudo, comia-mos todos os frutos, bem "adubados" que aquele local maravilhoso oferecia. Já na adolescência nos nus reunia-mos para estudar, namorar e etc. Na semana do dia de finados o grande lance era ganhar uma graninha lavando túmulos e capinando as covas de chão. O Vigia que morava lá dentro do cemitério era um cara sinistro e de poucas falas. O túmulo da menina sem nome era nosso local de consolo e fé. Agora em se tratando de obra de arte nada mais exuberante que o tumulo da família CICA que fica logo na entrada do CEMITÉRIO. Hoje moro em São Paulo e quando fui rever o cemitério de Stº Amara fiquei muito triste, pois desmataram, arrancaram à maioria das arvores frutíferas, isso só pode ter saído da mente de uma alma sebosa que deveria esta morando lá definitivamente... Certo dia eu estava com umas amigas no cemitério mostrando o tumulo dos membros da maçonaria, quando de repente Aninha olhou p/ Gina e disse: - Olha que gato. Referendo-se a foto de um belo rapaz que estava num tumulo próximo. Fomos embora e á noite, como sempre, ficava-mos tomando aquela bela fresquinha na frente da casa delas, pois elas eram primas e moravam com seus avós na rua do sossego. Era uma noite tranqüila e o tema da conversa das duas era a dita foto que mos havias visto naquele tumulo, estavam-mos sentados numas cadeiras de balanço, de repente do nada começou a cair uma chuvinha e dona Regina a avó delas, nos chamou para tomar aquela sopinha maravilhosa com aquele pãozinho francês que ela acabara de requentar no forno. Para ser cavalheiro fiquei de colocar as cadeiras para dentro, pus a minha a de Gina e quando fui colocar a careira em que Aninha estava sentada ñ consegui tirar a cadeira do lugar e o pior é que a cadeira ñ estava preza a nada, nada mesmo. Entrei meio envergonhado e receoso para dar a noticia. - Juro pus todas as cadeiras para dentro mais a tua Ana ñ quer sair do lugar ! O avô, Srº Carlinhos disse :- Tu és mesmo um cabra frouxo ! Tu tais é com medo dessa chuvinha , vô lá! De repente a chuva aumentou e dona Regina disse: - Vc vai é pegar um resfriado, deixa, pois assim a chuva da uma lavada mela, a cadeira é de ferro enrolada c|plástico, ñ vai estragar. Aquela que era a sopa mais deliciosa, para mim perdeu o gosto, mais mesmo assim tomei incentivado pelas meninas e agüentado as risadas de Seu Carlinhos. Só que do local onde eu estava, dava pra ver a parte de cima da cadeira balançando como se tivesse alguém sentado nela. Terminei a sopa e disse: - Olha lá, a cadeira esta balançando !!! Seu Carlos disse : - É o vento !!! Ai eu disse : - A é, vou lá. Deram-me um guarda-chuva e fui lá, tentei parar a cadeira mais ela ñ parava de balançar. Seu Carlos disse: -Tu ta é com fuleragem. Voltei e disse: - Que é isso seu Carlos ? Ele disse :- Eu vou lá, e se tu tiveres com brincadeira vais ganhar um cascudo. Pensei. To lascado, esse fantasmas vai fazer seu Carlos mi da um cascudo daqueles !!! Quando ele pegou na cadeira a cadeira parou de balançar – Ta vendo ? Disse seu Carlos:- vai levar um cascudo ! A chuva deu uma estiada e quando ele foi colocar a cadeira para dentro a cadeira ñ saio do lugar, ele viu que a cadeira ñ estava presa a nada, chamou todos nos e perguntou se o nosso papo era sobre a tal foto vista no cemitério. – Sim. Disse Gina. Formamos uma corrente ao redor da cadeira e fizemos uma oração forte na intenção daquela alma. A cadeira estava libertada !!! Mais os curiosos, parentes e amigos, vinham sempre conhecer a cadeira do belo rapaz da foto. Seu Carlos trocou as cadeiras por umas novas e e venedeu  aquela cadeira assombrada  que mingúem tinha coragem de sentar, pro humem que passava comprando ferro velho.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Apometria Quântica




*Técnica desenvolvida por Carina Greco
Técnica energético-espiritual de desdobramento dos corpos sutis que atua em infradimensões (cargas umbralinas) e dimensões superiores, além de 4D, promovendo:




-retirada de energias intrusas, influências e manipulações mentais, magismos;
-corte com ressonâncias com vidas passadas (como trauma, fobias, dificuldades de relacionamentos) e realidades paralelas,
-desvínculos de processos obsessivos e auto-obsessivos,
-libertação cármica,
-corte de laços energéticos

É realizada em consultório por um operador apométrico (ou grupo).
Não utiliza o processo de incorporação, presentando resultados rápidos.
Requer mudança conscencial pra efetivação dos resultados desejados.

Terapia Apométrica

Durante um atendimento apométrico trabalhamos com questões envolvendo magismos (dessa ou de outras vidas, tanto sofridos quanto praticados pela própria pessoa), energias obsessivas de diversos graus de intensidade, traumas e bloqueios, processos auto-obsessivos, elementais, formas pensamentos negativas, ressonância com vidas passadas, entre outros. Isso é feito sintonizando os corpos sutis da pessoa, também chamado desdobramento apométrico.
A Apometria Quântica realizada em consultório é uma terapia espiritual e energética que possui um enfoque terapêutico pois levamos a pessoa a rever suas questões internas para assim transformar a si mesma. É um trabalho de despertar conscencial, auto-conhecimento, limpeza energética e harmonização.
Percebemos que na maior parte das vezes são as posturas de vida e comportamento das pessoas que fazem com que esteja em ressonância com essas energias. Sendo assim se faz absolutamente necessário o trabalho de diálogo franco e amigável com a pessoa, levando-a a compreender a importância de rever seus pensamentos, palavras e atos para que não mais volte a entrar em sintonia com as mesmas questões e possa seguir no seu processo evolutivo.
O alinhamento dos chacras, ancoramento de energias de luz e proteção, harmonização do campo energético da pessoa, os florais indicados, as essências vibracionais quânticas que ela passa a fazer uso (fluidificam a água), as técnicas que são aplicadas conforme requer cada situação, colaboram como suporte para que ela consiga realizar as transformações pertinentes com mais facilidade, pois passa ter o apoio da equipe espiritual e do terapeuta, com atendimento e orientação personalizados.
Acredito ser esse um grande diferencial em comparação ao trabalho maravilhoso realizado nas casas apométricas ou centros espíritas, onde o grande número de pessoas atendidas e sistemática de trabalho, muitas vezes não permite esse acompanhamento mais pessoal e direto ao irmão que ali se encontra.
Essa terapia pode seguramente ser aplicada em crianças sem o risco desta ficar impressionada pois não trabalhamos com incorporação de obsessores, apenas um operador apometrista faz o trabalho de forma tranqüila e equilibrada, o cliente não toma conhecimento das energias ali sintonizadas. Depois é explicado a cada um o que pode e precisar saber, nem mais nem menos.
Além disso podemos realizar trabalhos à distância, tendo (ou não) uma pessoa como ponte, no caso do cliente estar impossibilitado de comparecer ou mesmo morar outras localidades.

Apometria Quântica para Terapeutas
atendimento

Percebe-se que cada vez mais cresce o número de terapeutas holísticos e temos visto muitas pessoas com grande amor, dedicação e espírito de ajuda ao próximo entre eles. Cada vez mais os terapeutas estão buscando aperfeiçoamento e conhecimento aprofundado em diversas técnicas. Mesmo assim é grande o número deles que ficam contaminados energeticamente durante o trabalho, encontram dificuldade de conexão com seus mentores, são acometidos por desarmonias em suas vidas, entre outros problemas.

Mas qual é o motivo disso?
Para ser um Trabalhador da Luz não importa apenas os livros que lemos ou seminários que fazemos. É muito importante também nossa energia e consciência pois é pela nossa vibração que somos avaliados, que atraímos esse ou aquele amparador espiritual e até o tipo de cliente. Como seres humanos que somos nossas questões internas precisam ser resolvidas. Todos temos um lado sombra, que é preciso conhecer e compreender seu funcionamento para haver uma integração. Para evoluir, potencializar nossa Chama Trina, acessar o Cristo Interno, antes de mais nada precisamos nos libertar de medos, culpas, dogmas, crenças limitantes, falsos conceitos e valores. Precisamos aprender a não nos julgar e punir. Resgatar nossas próprias criações, como recomendou Jesus. Reconhecer que somos Luz e que a missão é retornar à Luz.
Sabemos que a mudança do eixo planetário e o Cinturão de Fótons, além de outros fatores, está contribuindo para que aumente o número de pessoas com maior sensibilidade mediúnica. O nível vibratório do planeta está mudando e muitas pessoas precisam de ajuda para se adaptar a essa nova energia. Mesmo os terapeutas que estão informados sobre essas mudanças enfrentam dificuldades. As terapias holísticas ajudam a focalizar esse despertar mediúnico, dando uma orientação adequada, de acordo com a intenção das pessoas, seja colocá-la em exercício ou não.
Cada ser que habita esse planeta tem um compromisso com sua própria essência e com o planeta e deve primar pelo despertar e aumento de sua freqüência energética, antes de mais nada. A volta do Cristo é o resgate das virtudes crísticas em cada ser humano. É a abertura do cardíaco, seja terapeuta ou não.
Assim constatamos a necessidade do terapeuta estar sempre se trabalhando e curando a si mesmo, para que não entre em ressonância com as baixas vibrações de seus clientes, os elementais negativos, crenças e bloqueios que cada um trás consigo. É imprescindível o auto-conhecimento e a identificação do que se precisa resgatar no íntimo de seu ser. É preciso ter o leque aberto.

O fato é que nem sempre no auto-tratamento identificamos e conseguimos trabalhar por completo nossa energia, nossos bloqueios e questões pessoais internas. Muitas vezes o nosso emocional, as nosssas defesas internas, impedem que tenhamos acesso ao que está intimamente atrelado a nós. Isso é constatado no trabalho diário pessoal, pelas colegas de trabalho e pelo depoimento de diversos terapeutas que chegam pedindo auxílio.

A Apometria Quântica é uma poderosa ferramenta que os terapeutas podem recorrer para se manter em boas condições energéticas, retirando contaminações, cortando ressonâncias de vidas passadas, fortalecendo seus campos.

A ampliação da consciência nos permite recuperar nossa mestria, o que é fundamental nesse processo, nos assumindo como co-criadores. Elevando nossa vibração sintonizamos entidades de mais alto padrão vibratório. É tempo de tirar as entidades do pedestal, de olhar nos olhos e saber que cada um é parte fundamental em todo trabalho espiritual, cada parte com sua responsabilidade. Isso acontece quando permitimos a retirada dos véus de ilusão e começamos por eliminar o ego e a necessidade de poder, aprendendo a respeitar a tudo e a todos pois em tudo e todos está Deus.
Existe um grupo de terapeutas onde atuamos com Apometria Quântica e outras técnicas, trabalhando a nós mesmas e a outras pessoas, e atendendo os pacientes com problemas mais graves que aparecem em nosso trabalho individual. Quando trabalhamos em grupo unimos nossas equipes espirituais, ampliamos nossa percepção e nos tornamos energeticamente mais fortes, sendo possível realizar um trabalho mais profundo, mesmo que extremamente complicado e delicado, como temos recebido ultimamente em nossos atendimentos. Esse trabalho é, acima de tudo, de Evolução a nível pessoal de cada operador, de nossas equipes, dos clientes e da bagagem energética que ele trás consigo.

domingo, 31 de julho de 2011

Capela


Exilados de Capela

Dentre os vários contingentes de exilados trazidos para o planeta Terra, o caso mais vivo em nossa memória espiritual, talvez por ter sido o mais recente, é o dos exilados provenientes do sistema de Capela.

SEGUNDO RELATOS de Ramatis em "Mensagens do Astral", obra psicografada por Hercílio Maes, "...temos à disposição em nosso mundo, literatura mediúnica que cita muitos casos de espíritos expulsos de outros orbes para a Terra, em fases de seleção entre o "trigo e o joio" ou entre os "lobos e as ovelhas", fases essas pelas quais tereis em breve de passar, para higienização do vosso ambiente degradado.

Entre os muitos casos de exílio que vosso mundo tem acolhido, ocorreram diversos casos isoladamente (em pequenos contingentes), e bem como emigrações em massa, como a proveniente do sistema de Capela, as quais constituíram no vosso mundo as civilizações dos chineses, hindus, hebraicos e egípcios, e ainda o tronco formativo dos árias. Esse o motivo por que, ao mesmo tempo em que floresciam civilizações faustosas e se revelavam elevados conhecimentos de ciência e arte, desenvolvidos pelos exilados, os espíritos originais da Terra mourejavam sob o primitivismo de tribos acanhadas.

Ombreando com o barro amassado, das cabanas rudimentares do homem terrícola, foram-se erguendo palácios, templos e túmulos faustosos, comprovando um conhecimento e poder evocado pelos exilados de outros planetas."

"No vosso mundo, esses enxotados de um paraíso planetário constituíram o tronco dos árias, descendendo dele os celtas, latinos, gregos e alguns ramos eslavos e germânicos; outros formaram a civilização épica dos hindus, predominando o gênero de castas que identificava a soberbia e o orgulho de um tipo psicológico exilado. As mentalidades mais avançadas constituíram a civilização egípcia, retratando na pedra viva a sua "Bíblia" suntuosa, enquanto a safra dos remanescentes, inquietos, indolentes e egocêntricos, no orbe original, fixou-se na Terra na figura do povo de Israel.

Certa parte desses exilados propendeu para os primórdios da civilização chinesa, onde retrataram os exóticos costumes das corporações frias, impiedosas e impassivas do astral inferior, muito conhecidas como os "dragões" e as "serpentes vermelhas".

Segundo Edgar Armond na obra "Os Exilados da Capela", "esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens, a saber: uma retardada, que veio evoluindo lentamente através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies, ascendendo trabalhosamente da inconsciência para o Instinto e deste para a Razão; homens, vamos dizer autóctones, componentes das raças primitivas das quais os "primatas" foram o tipo anterior melhor definido; e outra categoria, composta de seres exilados da Capela, o belo orbe da constelação do Cocheiro a que já nos referimos, outro dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal."

"Esses milhões de ádvenas para aqui transferidos, eram detentores de conhecimentos mais amplos, e de entendimento mais dilatado, em relação aos habitantes da Terra e foi o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para o aconchego da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora."

"Essa permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo; como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos."

"Por outro lado é a misericórdia divina que se manifesta, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a permuta de ajuda e de conforto, o exercício enfim, da fraternidade para todos os seres da criação. Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que deviam ser dali expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe."

"Mestres, condutores e líderes que então se tornaram das tribos primitivas, foram eles, os exilados, que definiram os novos rumos que a civilização tomou, conquanto sem completo êxito."

Vamos prosseguir neste tópico com informações trazidas por Emmanuel em "A Caminho da Luz", obra psicografada por Francisco Cândido Xavier, as quais nos proporcionam uma rápida idéia de como e em que regiões do planeta foram organizados os exilados provenientes de Capela.

O Sistema de Capela

Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.

Na abóbada celeste está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince; e quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêminis, Perseu e Tauro. Na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.

Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.

Um Mundo em Transições

Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.

Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos.

As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.

Espíritos Exilados na Terra


Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes.

Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas. Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.

Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio de raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos sofrimentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.



A Civilização Egípcia

Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do Bem e no culto da Verdade.

Aliás, importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates (deuses do lar entre os romanos e etruscos - Derivação:sentido figurado. casas paternas; lares, famílias) resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas.

Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.

A Ciência Secreta

Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução não comportava.

Aqueles grandes mestres da antiguidade foram, então, compelidos a recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.

A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de poesia e beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências misteriosas. Tanto é assim, que as iniciações no Egito se revestiam de experiências terríveis para o candidato à ciência da vida e da morte - fatos esses que, entre os gregos eram motivos de festas inesquecíveis.

Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a Humanidade terrestre teria de realizar. Aí residem os mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída no ambiente dos sábios daquele tempo.

O Politeísmo Simbólico

Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas.

Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza. As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião. Já os sacerdotes da época conheciam essa franqueza das almas jovens, de todos os tempos, satisfazendo-as com as expressões exotéricas de suas lições sublimadas.

Dessa idéia de homenagear as forças invisíveis que controlam os fenômenos naturais, classificando-as para o espírito das massas, na categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das árvores e ao som das flautas dos pastores, em contato permanente com a Natureza.

O Culto da Morte e a Metempsicose

Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.

Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. a metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.

Inventou-se, desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à pátria espiritual. Os mistérios de Ísis e Osíris mais não eram que símbolos das forças espirituais que presidem aos fenômenos da morte.

Os Egípcios e as Ciências psíquicas

As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos. O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram, para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de afrescos, apresenta-se o homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual.

Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processo de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.

Seus reis estavam tocados do mais alto grau de iniciação enfeixando nas mãos todos os poderes espirituais e todos os conhecimentos sagrados. É por isso que a sua desencarnação provocava a concentração mágica de todas as vontades, no sentido de cercar-lhes o túmulo de veneração e de supremo respeito. Esse amor não se traduzia, apenas, nos atos solenes da mumificação. Também o ambiente dos túmulos era santificado por estranho magnetismo. Os grandes diretores da raça, que faziam jus a semelhantes consagrações, eram considerados dignos de toda a paz no silêncio da morte.

As Pirâmides

A assistência carinhosa do Cristo não desamparou a marcha desse povo cheio de nobreza moral. Enviou-lhe auxiliares e mensageiros, inspirando-o nas suas realizações, que atravessaram todos os tempos provocando a admiração e o respeito da posteridade de todos os séculos.

Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na Terra atingira o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos iniciáticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe. Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas: representariam os mais sagrados templos de estudos e iniciação, ao mesmo tempo em que constituiriam, para os pósteros (que ainda vai acontecer; futuro - a geração ou as gerações que vêm depois da de quem fala ou escreve) um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridade do porvir.

Levantaram-se, dessarte (advérbio - destarte - assim, desta maneira; dessarte) as grandes construções que assombraram a engenharia de todos os tempos. Todavia, não é o colosso de seus milhões de toneladas de pedra nem o esforço hercúleo do trabalho de sua justaposição o que mais empolga e impressiona a quantos contemplam esses monumentos. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos daquele conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da Humanidade terrestre.

Cada medida tem a sua expressão simbólica, relativamente ao sistema cosmogônico (relativo ou pertencente a cosmogonia; cosmogenético - conjunto de teorias que propõe uma explicação para o aparecimento e formação do sistema solar) do planeta e à sua posição no sistema solar. Ali está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceanos, e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.

Redenção

Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos. Com seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.

Aos mistérios de Ísis e de Osíris, sucedem-se os de Elêusis, naturalmente transformados nas iniciações da Grécia antiga.

Em algumas centenas de anos, reuniram-se de novo, nos planos espirituais, os antigos degredados, com a sagrada bênção do Cristo, seu patrono e salvador. A maioria regressa, então, ao sistema da Capela, onde os corações se reconfortam nos sagrados reencontros das suas afeições mais santas e mais puras, mas grande número desses Espíritos, estudiosos e abnegados, conservou-se nas hostes de Jesus, obedecendo a sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões.

A Índia

Dos Espíritos degredados no ambiente da Terra, os que se agruparam nas margens do Ganges foram os primeiros a formar os pródromos (Uso: formal: o que antecede a (algo); precursor, prenúncio, antecedente - Ex.: os p. da revolução - 2 espécie de prefácio; introdução, preâmbulo) de uma sociedade organizada, cujos núcleos representariam a grande percentagem de ascendentes das coletividades do porvir. As organizações hindus são de origem anterior à própria civilização egípcia e antecederam de muito os agrupamentos israelitas (sempre sofreram as conseqüências nefastas do orgulho e do exclusivismo), de onde sairiam mais tarde personalidades notáveis como as de Abraão e Moisés.

As almas exiladas naquela parte do Oriente muito haviam recebido da misericórdia do Cristo, cuja palavra de amor e de cuja figura luminosa guardavam as mais comovedoras recordações, traduzidas na beleza dos Vedas e dos Upanishads. Foram elas as primeiras vozes da filosofia e da religião no mundo terrestre, como provindo de uma raça de profetas, de mestres e iniciados, em cujas tradições iam beber a verdade os homens e os povos do porvir, salientando-se que também as suas escolas de pensamento guardavam os mistérios iniciáticos, com as mais sagradas tradições de respeito.

- O povo hindu não aproveitou como devia as experiências sagradas no orbe terrestre, embora grandes emissários como CRISNA e BUDA tenham sido mandados em sua ajuda - Muitos destes encontram-se ainda hoje em sua jornada de redenção no globo terrestre.

Os Arianos

Era na Índia de então que se reuniam os arianos puros, entre os quais cultivavam-se igualmente as lendas de um mundo perdido, no qual o povo hindu colocava as fontes de sua nobre origem. Alguns acreditavam se tratasse do antigo continente da Lemúria, arrasado em parte pelas águas dos Oceanos Pacífico e Índico.

A realidade, porém, qual já vimos, é que, como os egípcios e os hindus eram um dos ramos da massa de proscritos da Capela, exilados no planeta. Deles descendem todos os povos arianos, que floresceram na Europa e hoje atingem um dos mais agudos períodos de transição na sua marcha evolutiva. O pensamento moderno é o descendente legítimo daquela grande raça de pensadores, que se organizou nas margens do Ganges, desde a aurora dos tempos terrestres, tanto que todas as línguas das raças brancas guardam as mais estreitas afinidades com o sânscrito, originário de sua formação e que constituía uma reminiscência da sua existência pregressa, em outros planos.

Grandes mestres da literatura, ciências e artes vindos de capela ainda hoje reencadernando, tais como Betovem, Shakespeare, Ainstem, dentre enumeros outros que contribuíram com a evolução deste planeta em tão pouco tempo de evolutiva historia, diagnósticos prévios indicam que outros exilados continuam chegando, estes são novos reencadernados denominados índigo, novas ciências como a apometria e a conquista da velocidade de dobra hão de ser difundidas aparte do quadrante alfa. a velocidade do pensamento será a velocidade de deslocamento da matéria. Novos Exilados de Capela. sejam bem vindos.

sábado, 31 de outubro de 2009


As minhas regressões finalmente acabaram, e como havia dito, apos ter feito minha 1ª eu me tornei ajudante do mestre Aureliano.
Mestre Aureliano tinha um segredo que provavelmente levou para o crematório , Ele por muitas vezes ficava trancado no seu escritório observando a palma de sua mão direita por horas e em algumas vezes vi lagrimas rolando do seu rosto, as quais ele recolhia num pequeno tubo de ensaio. Quando ele estava no seu leito de morte, pediu para o seu enfermeiro Gustavo me chamar. Fui ao seu encontro e ficarmos a sós, ele me pediu para recolher a sua ultima lagrima e guarda-la como se fosse um tesouro, lagrima que ele iria verter apos o seu ultimo suspiro, ele sabia o momento exato da sua morte, e no momento exato dia 27/03/2004 as 04:00 da manhã eu estava lá, vi o seu ultimo suspiro e como ele havia pedido recolhi sua ultima lagrima.
Tesouro, o que faria eu com 4 ml daquele liquido. No crematório seu filho Junio me pediu as chaves do seu escritório e disse que esperava que ñ faltasse nada que pertencia a seu pai. Eu lhe disse que tudo que o pai dele tinha me deixado de herança estava dentro de minha cabeça e dentro de um frasquinho. A galeria do crematório estava repleta, as maiores autoridades da área medica e da psiquiatria moderna estavam lá sem contar com todos os seus alunos e alunas de todas as épocas.
Estava em casa quando o telefone tocou. Era o filho do professor pedindo para ver o que tinha dentro do frasquinho, eu lhe desse que estava dentro da geladeira numa caixinha de isopor. Ele esteve em minha casa e disse que ñ concordava com os métodos usados pelo seu pai, no tocante à terapia psíquica usada por ele e que eu fizesse proveito da’quilo que estava no tal frasquinho, o idiota ñ sabia o que tinha lá dentro pois o lacre que pus no tubo de ensaio ( frasquinho) ñ havia sido rompido, pois tratava-se do bem mais precioso do seu pai, as suas próprias lagrimas. 20 dias apos a sua cremação era a data prevista para recolhimento das cinzas do professor. Eu liguei para ele “o filho”, para comunicar que o crematório havia liberado as cinzas. Ele disse: Vc pode recolher para mim? Sim respondi. Fui ao crematório recolhi a cinzas, coloquei numa urna e levei até a casa dele ( Casarão onde morava o professor), onde existia sua biblioteca, Toquei a campanhinha da casa e quem veio atender foi a nora do professor dizendo: Pode levar isso daqui. Isso aqui é o que restou do pai do seu marido, A senhora pode chamar ele por favor ? Perguntei ! Ela disse : péra ai. Esperei quase meia hora então veio ele com um olhar raivoso dizendo : Pode levar isso daqui, então eu disse baixinho. Seu pai tinha um grande carinho pelo pé de jabuticaba da casa da praia e vivia falando que gostaria que suas cinzas fossem depositadas lá. Ta querendo dinheiro né, quanto quer para levar isso daqui. Disse o sacripanta. Eu faria isso gratuitamente mais disse : Quanto vc acha que vale esse serviço ? Ele entrou em casa falando para mulher que estava observando tudo da janela: Ele ta querendo é dinheiro ! Voltou com um cheque na mão dizendo some ! Eu olhei o valor e disse : A outra parte eu aceito em dinheiro mesmo ( Aquele infame, era rico e ficou muito mais apos a morte do pai, que ele ñ via há mais de 20 anos). Falei para ela escutar. Ela gritou de lá : dá quanto esse filho da puta quizer mais ñ quero isso aqui. Ela veio de lar com um pacote com mil reais e me entregou falando cai fora. Deu vontade de sem querer querendo, deixar a urna cair no chão e encerrar tudo ali mesmo, mais o professor ñ merecia isso. Falei para ela, “Meu mestre tinha razão”. Fui até Caraguatatuba, cheguei na casa do professor e chamei o caseiro Chico. Ele veio e disse: Já estou sabendo, o filho do professor, ligou, e pediu para eu deixar o senhor fazer o que tem que fazer e ir embora. Coloquei as cinzas na jabuticabeira, e fui embora. Fiquei com cerca de vinte gramas das cinzas pra mim, e foi ai que esse ciclo se encerrou.
Estávamos tendo aula com o professor Aureliano, mestre em psicologia e “parapsicologia”, Ele estava explicando um tema que era muito interessante , setores profundos, da psique humana, e como sempre, existe aquele grupo cético que ele com muita graça, chamava de A turma do Sant’Tomé, fiz alguns questionamentos e ele sentindo-se desafiado tirou o seu valho relógio da algibeira olhou as horas. olhou para porta da sala de aula, abriu sua pequena maleta de medico e disse: George venha cá. Eu nunca faço isso em publico mais você já passou dos limites, minha matéria é coisa seria. A expressão do seu rosto demonstrava uma certa irritabilidade, todos da classe ficaram sérios meio amedrontados, eu levantei fui ate o palco pois excepcionalmente estava-mos tendo aula neste dia na sala de praticas de oratória da turma de direito. Sua voz que era um verdadeiro trovão, mudou de uma forma muito radical. Ele pedio que sentasse na sua cadeira, tirou de sua maleta um frasquinho, sujou dois dos seus dedos enfiou nas minhas narinas e disse: respire mais fundo que puder e olhe para isso. Fiquei olhando para aquele relógio balançando na frente dos meus olhos, e tudo que lembro é da sineta suando para troca de aula e ao meu redor estavam alguns colegas dizendo: Cara foi o máximo. para mim tinha se passado alguns segundos. Tudo que narrei da minha regressão, foi o que estava gravado no pequeno gravador de um dos maiores CDF’s da turma (Mauro Roberto) e o professor começou dizendo : Atenção classe : Vou entrar no estagio beta da mente desta criatura. Passos lentos no fundo do corredor escuro , gosto amargo de fel na língua seca, a falta dos amigos e dos parentesTudo isso me faz lembrar do dia da minha morte, fui velado na minha casa na rua das ninfas . Matei minha esposa achando que ela havera me traído com meu guarda livros António Constantino, por isso todos me deixaram morrer só, desprezado, apenas o vigário da paróquia de Santo Afonso veio para encomendar a alma daquele corpo velho sofrido e já em estado de putrefacção, meu corpo foi levada à tumba pelo meu escravo Benazir fiel escudeiro, ao invés dos cânticos em latim, como foi no enterro do meu primo Serafim o povo só ouvia o lamento mortuário dito em Yoruba por Benazir.Agora encima da minha casa existe um prédio de moradia, pois minha família ñ teve coragem de voltar ou mesmo morar naquele que era o casarão da rua das ninfas. Vez em quando me arrasto no local que era nossa sala de estar só para tentar reviver os momentos felizes em que eu e Otilia citava-mos Antônio de Castro Alves os sarais que promovia-mos para nossos amigos...Esta foi a minha regressão, fiquei muito mau... Quanto aos nomes ñ fiz nenhuma pesquisa, Quando fui visitar minha família em Recife, passei em frente a um pequeno prédio da rua das ninfas, senti uma forte angustia ao olhar para aquele lugar, me veio logo na mente a historia da minha regressão. Me tornei paciente do professor Aureliano. Fiz mais duas regressõs
Vou omitir alguns trechos. Eu estava muna cidade do interior de São Paulo onde morava nos anos 80, estava em casa quando recebi um convite para jogar uma canastra paraguaia com uns amigos e parentes na sede da fazenda de um deles, eu e mais uma pessoa, pegamos o carro e fomos pegamos a Dutra, esta rodovia corta a fazenda da pessoa a qual estava comigo. Quando entramos nos domínios da fazenda eu observei que havia um certo clarão reluzindo dentro do canavial que ele mantinha para alimentar o seu gado que era leiteiro. Eu olhei e disse: O teu canavial esta pegando fogo. Ele respondeu impossível estamos em plana serra da Mantiqueira e lá fora deve esta quase 5 Cº estamos no meio de uma geada. Foi quando meu carro morreu, apagou o painel e toda emergia do carro parecia ter sido sugada. Meu amigo disse: Vamos ver ! Pegamos os tapetes do carro para abafar o suposto encendio, passamos pelo arame farpado, eu estava vestido com um casaco de couro, luvas e capuz e ele com um casaco jeans sem luvas. Eu fui na frente e a mais ou menos uns 20m vi aquilo que parecia uma bola de sabão gigante, reluzente do de cor alaranjada do tamanho de um fusca. Quando olhei para traz meu amigo estava com as sobrancelhas e o bigode espetados ( Emergia eletro estática), ele sacou de sua arma que sempre levava consigo e apontou para aquela bola enorme. aquilo se ergueu no ar e se deslocou numa velocidade indescritível, detalhe, ao se erguer tivemos um impacto que só posso descrever como uma onda do mar leve passando por nossos corpos. Foi quando meu amigo disse : É, isso é a mãe do ouro, vamos embora. Quando voltamos para o carro a luz dos faróis e de dentro do carro estavam acesas, achei estranho. Fomos para à fazenda e ao chegarmos os colegas que lá estavam, perguntaram abismados: Vcs foram para praia ? Por que perguntei . O rosto de vcs esta bronzeado. Contamos a historia, e um dos colegas que era militar disse: Ninguém toca neles vamos agora para o centro de pesquisas em São José dos campos. pegamos os carros e chegamos lá ainda de madrugada, foi feito um teste e foi constatado que tínhamos contraído radiação, Eu num grau mais baixo por estar mais protegido. Tiraram todas as nossas roupas e passamos por um banho de vinagre muito demorado, ficamos por vários dias tomando banho de vinagre. Esse meu amigo morreu de câncer nos meados dos anos 90 e eu as vezes tenho erupções ( Tumores muito dolorosos mais que ñ chaga a ser malignos). Após esse evento eu passei a me dedicar ao estudo de fatos ufológicos।